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Eco (também chamada de Dama Eco ou Senhora Eco), é uma semideusa. Ela é a segundo em comando da Irmandade dos Esquecidos, embora muitos pensassem que ela era a líder.

HistóriaEditar

Eco e as crianças esquecidasEditar

Em sua primeira aparição, Eco lidera um grupo de aventureiros em busca de crianças com uma coisa em comum: Serem filhos de um deus. Ela os localiza graças a um ovo com chifres chamado Oráculo.

Ela então nomeia sua organização com o nome de "A Irmandade" e seus membros passam a se reunir no Reino dos Ventos, no qual estão as ruínas das estátuas dos doze deuses. O que mais chama a atenção, é que todas as doze estátuas estão sem cabeça, sugerindo a morte deles.

A caixa de PandoraEditar

Certo dia, ela rouba uma antiga relíquia até então desconhecida, que estava dentro das ruínas de um antigo templo Eliotrope em Sufokia, dessa maneira, ela consegue criar portais para diferentes dimensões. Para não chamar atenção, Eco muda de aparência e passa a se esconder sobre o nome Exploranciã, uma misteriosa mulher, líder dos Viajantes Dimensionais, grupo fundado por ela mesma para explorar as dimensões dos deuses.

Influenciada pela lenda de uma Xelor chamada Meteo, ela cria uma caixa mágica feita de Oricalco, modificada para roubar o poder dos deuses. Apesar dela ser descoberta e morta por Gein, um filho do deus Sram, esse fato é revertido pelos Viajantes Dimensionais, com o uso de um instrumento roubado da dimensão de Xelor.

Essa caixa mágica fez sua aparição na Era Wakfu, protegida no templo do conselho dos deuses, sob forte sistema de segurança, incluindo a proteção de Krosmoglobs, falhas temporais e inúmeras chaves.

Apesar de tudo, ela foi encontrada por Pandora, que não se lembra quem é ou de onde veio. Depois de enfrentar o auto-proclamado deus Sram, conhecido como Será, inimigo dos Viajantes Dimensionais, conseguiu manter a salvo esta caixa que será de utilidade para os deuses e para os dozeanos, por conter a memória deles.

OVAEditar

Eco, junto de Ush e do Conde Traspafrent, roubam os seis dofus Eliatropes de Joris, Kerub e Atcham para evitar que eles o usem contra Ogrest e iniciem uma batalha entre dois usuários de seis dofus (sem o consentimento de Yugo ou Adamai).

Eles separaram os dofus em pares, dois levados para a dimensão Ecaflip, dois pelo Conde Traspafrent e o último par escondido em um templo no Reino dos Ventos, onde Eco esperou que seu aliado Sipho conduzisse Adamai e Otomai até ela, para revelar a razão pela qual ela e seus aliados tomaram os dofus e porque eles temiam que a Irmandade do Tofu os usaria para combater Ogrest, o que poderia ter consequências cataclísmicas sobre o Mundo dos Doze.

Apelando para o bom senso de Adamai (e talvez da vaidade do jovem dragão), Eco se afastou depois de explicar sobre as consequências e permitiu que eles levassem os dofus.

Depois que Yugo e Adamai brigaram e Adamai rompeu relações com seu irmão, ele foi visto pela última vez com Eco, que se dirigiu a ele como irmão Adamai, insinuando que ela o convenceu a se juntar à Irmandade. Ela e Adamai parecem compartilhar uma ideia comum de que é melhor sacrificar alguns para o bem de todos do que arriscar o bem de todos para salvar qualquer indivíduo ou minoria. Um exemplo disso é quando ela demonstrou frustração em relação a Traspafrent por colocar seu reino antes do mundo em seus planos pelos dofus que ele guardava, e quando Adamai lutou com Yugo pelo dofus que lhe foi confiado.

3ª temporadaEditar

Eco e Toxina2

Que pisão!

Na Torre dos Sonhos de Oropo, em seu andar, Eco chega para impedir que Toxina machuque Evangelyne e Flopin e depois "repreende" a Sram, lembrando-a de que ela não é bem vinda no andar de Eco antes de literalmente jogá-la através de um portal. Ela pede desculpas a Eva e Flopin pelo que a Toxina fez a eles e oferece-lhes uma turnê na tentativa de acalmá-los, apesar suspeitas deles.

Ela os convida para uma refeição onde Eva inicialmente se recusa a deixar Flopin comer qualquer alimento até que Eco lhe assegure que a comida é segura, e então começa a lhe contar como Flopin e Elely são candidatos ideais para se tornarem novos deuses, para o ceticismo de Eva e Flopin.

Mais tarde, ela passa um tempo com Oropo, enquanto conversam sobre seus companheiros, se os membros de sua Irmandade acreditam na causa e no próprio Oropo. Eco afirma que ela segue Oropo pela causa, bem como por seu amor por ele e pergunta se a distinção realmente importa. Oropo responde que sim. Depois, enquanto fala com Oropo e Adamai, os três são interrompidos por Toxina, que revela que Eva e Flopin conseguiram escapar do andar de Eco.

Eco e Toxina vão recuperar a mãe e o filho no andar Cra, mas enquanto Eco tenta convencer Eva de que Flopin é o candidato ideal para se tornar o próximo deus Cra e que seus próprios desejos são irrelevantes ao lado da missão da Irmandade, ela é subitamente atacada e amarrada por Toxina.

A Sram afirma que ela tem uma diferença de opinião sobre como a Irmandade dos Esquecidos deve operar, mas mais porque ela está cansada da atitude imperiosa de Eco em relação ao Sram, e por desprezar gente convencida, como Eco e Eva. Eco adverte Toxina que Oropo não vai perdoá-la por isso, mas Toxina encolhe os ombros, confiante de que Oropo devia saber que ela teria um motivo oculto desde que ele a escolheu para ser a futura deusa Sram, mas também menciona que Oropo nunca saberá deixando claro que não haverá testemunhas.

Eco fica incapaz de parar Toxina enquanto ela "brinca" com Eva e Flopin, cujas flechas se mostram ineficazes contra ela, e Eco percebe que eles foram enganados e que na verdade este não é o andar Cra, afinal, tudo na sala não passa de ilusão, pois eles estão no andar da Toxina. Toxina tortura Eco por revelar suas artimanhas, enquanto Flopin consegue criar armas que funcionam a partir de algumas armadilhas de metal que Toxina espalhou em todo o chão. Arrastando Eco, Toxina decide jogar Eco no Poço das Sombras, aterrorizando Eco enquanto ela tenta resistir mas não consegue se soltar.

Porém, antes que ela possa lançar Eco, Toxina é atingida por flechas de energia e elas vêem que Flopin fez armas que funcionam como estilingues para ele e Eva, feitas das armadilhas de Toxina.

Mudando seu foco para eles, Toxina ataca a mãe e o filho enquanto os mergulha em uma névoa com um efeito de gás lacrimogêneo. Evangelyne sofre uma contração enquanto Toxina tem Flopin à mercê dela. Vendo seu filho em perigo, Eva atira uma flecha na Sram distraindo-a enquanto Flopin se afasta. Eco agarra o tornozelo de Toxina para distraí-la novamente enquanto Flopin ataca Toxina e a derruba em seu próprio Poço das Sombras.

Mas antes que ela se perca para o abominável abismo, Toxina dispara um projétil minunciosamente calculado que desce e acerta Eva em sua barriga de grávida, para desespero de Flopin e Echo, quando o projétil repentinamente machuca Eva com energia sombria.

A dor faz com que a criança não nascida de Eva (um semideus) reaja e envolva Eva com energia divina, fazendo ela sentir muita dor e estresse, quando o poder do bebê é liberado e danifica a Torre dos Sonhos, forçando Eva a entrar em trabalho de parto.

Echo convence Flopin a libertá-la das amarras de Toxina, prometendo que ela, uma Eniripsa, ajudará sua mãe com o nascimento. Ela usa seu poder para aliviar a dor e suas asas para proteger Eva dos destroços que caem enquanto o poder do bebê continua a danificar a torre.

Adamai chega, surpreso ao descobrir que o bebê de Eva é a causa do problema. Ele usa seu poder para criar uma barreira protetora sobre Eva, Flopin e Eco, e depois sai para informar Oropo. Eva grita por causa de outra contração e Eco diz a Flopin para manter sua mãe acordada para dar à luz, caso contrário, eles podem perder ela e o bebê se Eva perder a consciência.

Para surpresa das duas, Flopin dá um tabefe em sua mãe para evitar que ela desmaie, afirmando que ela precisa ser forte. Eva pega a mão de seu filho enquanto Eco instrui Eva a empurrar novamente na contagem de três. Quando Eva dá à luz, a torre desmorona em pedaços, apesar das tentativas de Oropo e Adamai para mantê-la inteiro. Oropo resolve fazer as peças e escombros da torre flutuarem como se em gravidade zero, assim nenhum de seus residentes saíria ferido. Evangelyne dá à luz a um menino.

Eco corta alguns de seus longos cabelos para envolver o bebê e entrega-o à sua mãe, orgulhosa por ter ajudado a dar nascimento a um semideus. Flopin agradece Eco por ajudar sua mãe e também por ajudar a salvá-la da Toxina. Pouco depois, eles se juntam a Percedal e Elely para uma alegre reunião de família.

PersonalidadeEditar

Eco é simpática, gentil e tem traços maternais em relação aos outros, o que esconde sua personalidade manipuladora e maquiavélica. Ela é inimiga dos deuses, mas ao mesmo tempo é protetora em relação ao Mundo dos Doze. Ela tem uma convicção inabalável em sua causa e no homem que ama. Eco acredita que ela e seus aliados na Irmandade dos Esquecidos são verdadeiros defensores do bem maior, enquanto outros, como a Irmandade do Tofu, são muito ingênuos para fazer as escolhas difíceis. Assim como seus camaradas, ela despreza os deuses e planeja substituir sua mãe como a nova deusa Eniripsa.

TriviaEditar

  • Eco é uma referência aos anjos caídos (ou Nefilins) de certas religiões, tanto em sua aparência, por ter uma asa "angelical" e uma asa "diabólica", quanto pelos seus planos contra os deuses.
  • Seus dois grandes chifres também podem ser vistos como uma referência a Loki, que provocou o Ragnarök e acabou com o domínio dos deuses na mitologia nórdica.

GaleriaEditar